Orquídeas para iniciantes: saiba como escolher e cultivá-las em sua casa

Escrito por Amanda Akemi
Foto: iStock

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Quando se trata de decoração, as orquídeas são consideradas as plantas mais populares. Elas são capazes de alegrar um ambiente, além de torná-lo muito mais bonito. Com uma das maiores famílias de plantas do mundo, atualmente pode ser encontrado mais de 30 mil espécies dos mais diferentes formatos, cores e tamanhos.

O fato delas se adaptarem bem a vasos e serem esteticamente agradáveis, fez com que fossem trazidas cada vez mais para as diferentes partes da casa.

Também são constantemente usadas como forma de presentear amigos e familiares, pois simbolizam carinho e cuidado.

Um dos fatores mais atrativos é que suas flores podem durar de 30 dias a 2 meses. Apesar de serem ótimas opções para cultivos internos e externos, elas precisam de alguns cuidados especiais.

Principais espécies de orquídeas

Foto: Reprodução / Apê 102 Arquitetura

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Como existem milhares de espécies de orquídeas diferentes, é comum que algumas se adaptem melhor a determinado tipo de região e clima, por isso, na hora de escolher que espécie ter em casa, é importante levar esse fator em consideração. Até porque, não há nada mais frustrante do que passar horas escolhendo sua espécie favorita e acabar descobrindo que ela não pode ser encontrada na sua localidade.

Fernando Legatti, paisagista da Dr. Jardim, nos explica melhor que “cada espécie se desenvolveu e evoluiu em regiões específicas. Por exemplo, a espécie Laelia purpurata pertence à região Sul. Já na área de Goiás, Espírito Santo e Rio de Janeiro, existem orquídeas chamadas Cirtopódios que se desenvolvem em pedras tipicamente encontradas nesses Estados. Em São Paulo, onde há uma variação de clima muito grande, podemos encontrar as micro orquídeas. No caso do Norte do país, as Catleias formadas de várias espécies são as mais encontradas”, afirma.

Os tipos de orquídeas mencionadas por Legatti são apenas algumas das encontradas no Brasil, a diversidade é muito grande, e por isso, dividi-las por região pode ser a melhor maneira de conhecer as principais espécies mais próximas de você.

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Orquídeas para cultivar na Região Sul

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Se você pertence à Região Sul do país, a Aspasia ou a Laelia purpurata são as espécies ideais. A primeira, de tronco grosso, apesar de dar no máximo duas flores por muda, quando bem cultivada pode florir mais de uma vez ao ano; é considerada uma planta tropical, podendo ser cultivada sob sol forte com regas regulares. A adubação no caso de um bom adubo foliar e orgânico, pode ser feita de 2 em 2 meses.

A Laelia purpurata, escolhida como flor símbolo do Estado de Santa Catarina, é uma espécie que pode dar de três a cinco flores, e para isso, necessita de grande luminosidade natural, alta umidade do ar, local arejado e principalmente adubação regular nos meses anteriores a floração. Opte por vasos menores e evite regas excessivas antes e ao longo da floração. Essa planta é acostumada a quedas de temperatura, portanto, caso você more em um Estado que faça verão o ano inteiro, essa pode não ser uma boa opção.

Orquídeas para cultivar na Região Sudeste

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A Aspasia também pode ser cultivada nessa parte do país, em caso de dias mais quentes, é importante manter o ar úmido para seu melhor desenvolvimento. Outra possibilidade é a Cimbídium (Cymbidium), facilmente encontrada sendo vendida em vasos, pronta para decorar o interior de casas.

Florescem no inverno, pois são acostumadas a um clima mais frio, não precisam ser aguadas frequentemente, mas necessitam de adubo orgânico a cada três meses. Apesar de serem resistentes a alguns dias sem cuidados, suas raízes são delicadas e podem quebrar num simples contato. Essa espécie pode ser encontrada nas mais diferentes cores com cachos de até 15 flores.

Orquídeas para cultivar na região Norte

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Uma das espécies comumente encontrada na região Norte, principalmente na Amazônia, é a Cocheleantes (Cochleanthes). De porte médio e flores levemente perfumadas, costumam florescer quando em ambiente sombrio, com temperatura amena e extremamente úmido.

No entanto, Roraima é o estado que mais abriga espécies distintas, devido ao seu bioma diverso. Dentre todos os gêneros de orquídeas, a Catleia (Cattleya) é a que mais predomina nessa área. Seu cultivo é simples, basta que haja boa ventilação, umidade e luz com sombra (a luz direta pode queimar suas folhas). Na dúvida sobre a quantidade de exposição da planta no sol, uma simples análise pode revelar se está sendo o suficiente ou não. Caso as folhas estejam muito escuras, é indício de que necessitam de mais tempo sob a luz solar.

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Em épocas mais quentes, opte por regá-la pelo menos duas vezes na semana, já no inverno uma vez na semana é o necessário. Se a sua intenção é cultivá-la junto a outras plantas, saiba que por ser uma orquídea epífita, a Catleia pode ser facilmente fixada a troncos e galhos.

Orquídeas para cultivar na região Nordeste

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A Catleia, em especial a Cattleya labiata também pode ser facilmente encontrada nessa região, considerada a rainha do nordeste, é a preferida de orquidários devido a sua beleza inigualável. O gênero Cirtopódio (Cyrtopodium), que agrupa entre inúmeras espécies, as rupícolas, também são encontrados nessa área.

As orquídeas desse tipo devem ser plantadas em vasos fundos com aberturas para que ocorra bastante drenagem e seus pseudobulbos não sejam danificados. A irrigação deve ser feita sempre que estiverem secas, a noite no verão e no período noturno no interno, também devem receber muita luz solar da manhã, além de adubo nas estações mais quentes.

Orquídeas para cultivar na região Centro-Oeste

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No Centro-Oeste brasileiro é muito comum a incidência da Encíclia (Encyclia) e do Catasseto (Catasetum), adaptadas a clima quente e invernos secos. De cores discretas e encontrados em coqueiros e palmeiras, os Catassetos, são raramente encontrados como terrestres. No período inicial esse tipo de planta deve receber cerca de 50% de luz para seu crescimento, quantidade que pode ser aumentada ao longo do tempo.

Suas flores costumam surgir no período anterior ao de hibernação, que é quando todas as suas folhas caem e a rega não é necessária. Quando as novas folhas estão se formando, as regas devem ser constantes e reduzidas quando os pseudobulbos estiverem maturados. Um fato curioso é que essa orquídea possui um dispositivo de polinização que lança grãos de pólen cada vez que um inseto pousa sobre suas flores.

Já a Encíclia, é um tipo de planta que não é tão adepta a grandes níveis de umidade, preferindo o sol da manhã ou o sol da tarde sob sombras. Suas flores são de tamanho bem reduzido com perfume agradável, que duram entre 20 e 30 dias. A irrigação pode ser feita de dois em dois dias, e para que a floração seja adiantada, a aplicação de adubos e fertilizantes pode ser feita de 15 em 15 dias. É importante lembrar que o excesso ou a falta de água e ventilação, junto a não capacidade de drenagem do solo, pode facilitar o desenvolvimento de pragas como cochonilhas e pulgões.

Segredos para cuidar das orquídeas

Foto: Reprodução / MeyerCortez Arquitetura e Design

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Por incrível que pareça, as orquídeas são consideradas plantas relativamente fáceis de serem cultivadas, basta ter dedicação e paciência para se atentar a algumas etapas importantes de seu desenvolvimento. Legatti dá algumas dicas, “o primeiro passo é conhecer bem a espécie escolhida para entender aspectos que vão fazer com que ela se adapte melhor ao novo ambiente. Por isso, procure saber se ela gosta de mais ou menos água, sua época de florada para possa ser nutrida de forma adequada. Já o controle de pragas deve ser feito aplicando um inseticida, é indicado que o controle preventivo seja feita por um dispositivo chamado ‘porta lenta’, que vai pulverizando aos poucos a substância para evitar fungos”, explica.

Cada espécie possui suas particularidades, que podem definir o sucesso ou não de seu crescimento. Mas, você pode se atentar a algumas orientações comuns a quase todas as plantas, e garantir que a sua cresça de forma saudável e possa dar muitas flores.

Irrigação

Independentemente da espécie, a rega em excesso causará problemas a sua planta, como o sufocamento das raízes e o seu apodrecimento. É muito importante que você não utilize pratos embaixo do vaso e que ele tenha furos para que a água circule e seu excesso possa escorrer, dessa forma não há acúmulo desnecessário no substrato da planta. “As espécies que gostam de sol têm os bulbos bem dilatados para armazenar água, enquanto que as demais orquídeas gostam de água, mas não devem ser encharcadas devido a infecções fungicas”, afirma Legatti. Evite a irrigação noturna, prefira pelos períodos da manhã e do fim da tarde.

Mas então, como saber se a sua planta está sendo regada corretamente? Segundo Legatti, as folhas podem ajudar, no caso do surgimento de pontinhos pretos, quer dizer que ela está sendo aguada em excesso, ocasionando o aparecimento de fungos. Você também pode optar por fazer o teste do dedo e colocá-lo na terra, até a metade do vaso para sentir se ela está úmida ou não. Muitas vezes a terra inicial pode estar seca, mas o meio do vaso pode estar úmido, por isso é importante sentir a terra até pelo menos a sua metade.

Luminosidade

orquidea iluminação

Foto: Reprodução / Pixabay

Existem três classificações para a quantidade de luminosidade que uma planta pode receber, de acordo com Legatti, as espécies que devem ser cultivadas somente em sol pleno, as adeptas a ambientes de meia sombra e outras a ambiente de bastante sombra. Em todo caso, as orquídeas necessitam de certa quantidade de luz, mesmo que indireta.

Se a sua é mantida dentro de algum cômodo, coloque-a próxima a janelas, e se desejar deixá-la num jardim a céu aberto, opte por posicionar embaixo de uma árvore.

Legatti dá a dica de que se as folhas da sua planta estiverem muito amareladas é sinal de que estão tomando sol em excesso e o melhor a se fazer é diminuir a exposição total ao sol. O sol da manhã é sempre o mais adequado, pois os demais períodos são muito intensos, prejudicando sua planta e fazendo com que suas folhas sofram queimaduras irreversíveis.

Ventilação

Foto: Reprodução / Pixabay

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A ventilação é muitas vezes ignorada, mas o que muita gente não sabe, é que ela é tão importante quanto a irrigação e a luminosidade correta. As orquídeas, em seu habitat natural, são acostumadas a grande quantidade de circulação de ar, por isso, elas demandam brisas constantes.

Em dias quentes, para diminuir a umidade e o calor, procure abrir as janelas da sua casa e deixar o ar correr. Você pode até mesmo colocar um pequeno ventilador para ajudar no processo. Mas cuidado, evite que sua planta seja exposta a correntes de ar frias e úmidas, pois podem levar ao aparecimento de manchas e o possível apodrecimento de algumas de suas partes. O acúmulo de impurezas no ar, como a fumaça proveniente do cigarro, também são maléficas para suas orquídeas e podem ocasionar doenças.

Adubação

A água é fator indispensável para o desenvolvimento de sua planta, mas a adubação surge como um suporte para um crescimento mais rápido e com saúde. Os adubos podem ser minerais, químicos, orgânicos ou mistos. Os de origem orgânica podem ser feitos de restos de frutas, farinha de osso, esterco, emulsão de peixe, entre outros. Seus nutrientes são liberados na terra aos poucos, de acordo com a fase de decomposição, e acabam sendo mais eficazes em solos úmidos e quentes.

A sua periodicidade é mais espaçada, geralmente a cada 3 meses, variando de acordo com o produto escolhido. Os adubos inorgânicos, que são os químicos e sintéticos, por agirem de maneira mais rápida no solo, podem ser aplicados com uma frequência maior, de duas vezes ao mês. As instruções da embalagem devem sempre ser seguidas corretamente para que a planta não acabe danificada, uma vez que o adubo em excesso pode matar tanto quanto a falta dele. Deve-se tomar o cuidado de não borrifar adubo diretamente nas flores ou em seus botões, para que elas não sejam prejudicadas.

Vasos

Foto: Reprodução / Pixabay

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Em geral as orquídeas preferem vasos menores e estreitos para se desenvolverem. Os vasos de plástico são os mais fáceis de cuidar e indicados para regiões secas e quentes, pois são os que mais retém umidade, não sendo necessária a irrigação constante. Diferente dos vasos de barro, que são ideais para locais chuvosos, pois aderem muito mais a água e precisam ser regados mais com mais frequência.

É interessante notar que as orquídeas não passam a vida toda em um vaso só, elas podem ser frequentemente realocadas conforme seu crescimento, em processo chamado “envasamento”. O envasamento, que consiste na troca por um vaso maior, é feito quando as raízes da planta começam a crescer para fora da borda recipiente ou apenas para renovar o substrato e diminuir a acidez.

O melhor período para a prática é a cada 2 anos entre a primavera e o verão. Alguns cuidados como a limpeza do vaso, devem ser tomados para que possíveis vírus não apareçam.

Pragas e doenças em orquídeas

Quanto mais você cultiva suas orquídeas do jeito adequado, mais resistentes elas se tornarão. No entanto, algumas doenças acabam sendo inevitáveis e se não tratadas podem destruir a planta e/ou se espalhar para as demais orquídeas. Existem alguns sinais que podem ajudar a perceber o surgimento de uma doença ou praga, são eles:

  • Flores danificadas: na maioria das vezes, essa é uma característica de insetos e pulgões, que se alimentam da planta. Você pode utilizar defensivos para eliminá-los, opte sempre por fórmulas naturais.
  • Manchas de cor rosa ou marrom claro: pode ser uma infecção fungica ou provocada por mofo, a solução é aumentar a ventilação do local para que a umidade seja naturalmente controlada.
  • Flor murcha ou deformada: é aconselhado que se retire as flores murchas da planta, normalmente causada por mudanças bruscas de temperatura. Já a deformação, pode ter como consequência altas temperaturas em sua formação, baixa umidade e algum tipo de lesão de origem química ou mecânica.
  • Folhas de cor desbotada ou danificadas: nesse caso, a possibilidade de ser um vírus atacando a sua orquídea, é muito grande, o que fará, infelizmente, com que você tenha que destruir a planta. Mas, antes disso, observe se pode ser a ação de lesmas ou baratas, que também ocasionam esse tipo de sinal nas folhas.
  • Cochonilhas, lesmas e caramujos: essas são pragas que podem ser removidas manualmente, e logo depois, prevenidas por meio de produtos específicos.
  • Vespas e nematoides: os locais afetados por essas pragas devem ser removidos da planta, para que não haja maior transmissão. As características variam desde inchaço nos brotos, raízes de cores diferentes e manchas escuras no rizoma ou pseudobulbo. Procure deixar o espaço de um palmo entre as plantas, para que contaminação seja evitada.

Plaquetas de identificação

Você pode utilizar pequenas placas para anotar dados sobre a sua planta, como espécie, data de quando comprou, data de floração, cor, período de hibernação (se houver), entre muitas outras informações.

As plaquinhas são fundamentais no cultivo, principalmente se houver mais de uma orquídea. Na hora da compra, tenha certeza de que sua planta veio com as devidas informações, pois é muito difícil tentar identificar exatamente aspectos específicos como gênero ou espécie.

Fixando nas árvores

Espécies de orquídeas epífitas se adaptam bem quando amarradas a troncos ou galhos finos de árvores de casca rugosa e grossa. É aconselhado que se use fibra de coco ou musgo para envolver as raízes e manter a umidade necessária para o desenvolvimento, ela servirá de apoio entre a planta e a casca da árvore.

Procure fixar a planta na área mais úmida e com matéria orgânica da árvore, você pode usar barbantes, fios de lã ou cordinhas de sisal. Apesar de não ser necessário a adubação ou a irrigação da planta quando na árvore, você pode realizar durante a primavera e o verão, uma adubação foliar por mês, assim ela crescerá mais rápido.

Macetes e dicas de orquídeas que ninguém te conta

Foto: Reprodução / Bruno GAP Arquitetura

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Existem alguns macetes que são usados por profissionais e orquidários, que podem ajudar em muito a sua plantinha. Para Legatti, um dos segredos para manter sua orquídea saudável é manter uma observação contínua no início de seu crescimento, para ter certeza de que ela está se adaptando bem ao ambiente, e caso necessário, mudar aspectos do ambiente.

  • A mistura de sol e adubo pode provocar queimaduras nas plantas, por isso, se você estiver na dúvida, utilize o adubo foliar, que é aplicado diretamente nas raízes;
  • Sempre posicione o vaso com a frente da orquídea para onde vem a maior luminosidade;
  • Caso resolva deixar seus vasos no chão, procure deixa-lo em cima de alguma estrutura mais alta, como tijolos, para evitar que lesmas e outros insetos sejam atraídos;
  • Na hora de regar, encharque o substrato até que a água comece a escorrer pelos furinhos do vaso. Evite molhar as flores, caso contrário elas atrairão mais facilmente pragas e insetos;
  • Se puder, colete água de chuva para regar suas plantas;
  • Evite comprar sementes de orquídea, pois a sua germinação é um processo muito complexo, que geralmente é feito por profissionais ou laboratórios;
  • Muitos cultivadores iniciantes confundem o murchar do bulbo e folhas amareladas com sintomas de que a planta necessita de mais irrigação, quando na verdade, pode ser que o substrato esteja acumulando muita água e causando danos às raízes.

Calendário da época em que cada orquídea dá flor

Foto: Pixabay

Foto: Reprodução / Pixabay

Se você deseja ter flores o ano inteiro decorando e perfumando a sua casa, é preciso se atentar aos meses em que cada espécie floresce. Abaixo você confere as espécies existentes e algumas das orquídeas mais populares. Lembrando que essa plantinha tão delicada costuma florescer apenas quando em boas condições, por isso, se ela estiver estressada ou com deficiências nutricionais, é bem capaz que ela não venha a florescer.

  • Janeiro: Aspasia luneta, Dendrobium phalaenopsis, Oncidium pumilum, Aerides lawrenceae e Calanthe triplicata;
  • Fevereiro: Brassavola perrine, Cattleya “Chocolate Drop”, Miltonia spectabilis, Rodriguezia venusta e Hoffmannseggella longipes;
  • Março: Cattleya (híbrido), Doritis pulcherrima, Paphiopedilum callosum, Sophronitis cernua e Lockhartia lunifera;
  • Abril: Colmanara “Wildcat”, Encyclia cochleata, Ludisia discolor, Encyclia bracteata e Leptotes unicolor;
  • Maio: Epidendrum longispata, Laelia anceps, Rodriguezia decora, Gomesa Crispa e Arundina bambusifolia;
  • Junho: Cymbidium giganteum, Phalaenopsis amabilis, Maxillaria picta, Encyclia dichroma e Cattleya walkeriana;
  • Julho: Epidendrum ellipticum, Cattleya trianae, Cymbidium (híbrido), Zygopetalum crinitum e Paphiopedilum fairrieanum;
  • Agosto: Cattleya aurantiaca, Dendrobium superbum, Oncidium “Sharry Baby”, Dungsia harpophylla e Cattleya amethystoglossa;
    Setembro: Cattleya intermedia, Dendrobium nobile, Phalaenopsis schilleriana, Maxillaria chrysantha e Miltonia spectabilis;
  • Outubro: Brassia chloroleuca, Lycaste skinneri, Oncidium cebolleta, Miltonia flavescens e Cattleya intermedia;
  • Novembro: Cattleya nobilior, Laelia purpurata, Promenaea stapelioides, Maxillaria madida e Oncidium concolor;
  • Dezembro: Cattleya guttata, Dendrobium chrysanthum, Oncidium flexuosum, Catasetum pileatum e Cattleya leopoldii.

50 inspirações de decorações com orquídeas

Depois de todas essas dicas, tudo que você precisa fazer é se inspirar nesses ambientes com orquídeas e definir como sua planta irá compor o seu espaço. Lembre-se de preferir locais onde haja menos poluição atmosférica, iluminação suficiente e circulação de ar.

1. Sacada contemporânea

Foto: Reprodução / Marlette Lima

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2. Banheiro clean

Foto: Reprodução / Design a Space

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3. Jardim vertical de orquídeas

Foto: Reprodução / Landstudio

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4. Floração amarela trás vida a sala de estar

5. Cantinho especial para cultivo de orquídeas

Foto: Reprodução / M+A Architecture Studio

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6. Orquídea ajuda na composição de ambiente com livros

Foto: Reprodução / Toda Arquitetura

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7. Varanda gourmet com decoração rústica

Foto: Reprodução / Elaine Carvalho Arquitetura

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8. Vaso com flores dá vida ao ambiente

Foto: Reprodução / Arquitetura 8

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9. Sala recebe plantas como toque decorativo

Foto: Reprodução / Marina Linhares Interiores

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10. Mesa de centro rudimentar completa a decoração

Foto: Reprodução / René Fernandes Arquitetura

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11. Delicadeza nos detalhes da cozinha

Foto: Reprodução / 3A do Brasil Arquitetura

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12. Área externa com grande luminosidade e ventilação

Foto: Reprodução / Juliana Lahóz Arquitetura

Foto: Reprodução / Juliana Lahóz Arquitetura

13. Orquídeas brancas são as favoritas na decoração

14. Luxo e requinte no uso de espelhos

Foto: Reprodução / Marchetti Bonetti +

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15. Orquídea se destaca e dá vida ao ambiente

Foto: Reprodução / Cyntia Sabát Arquiteta

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16. Capricho e atenção em cada detalhe

Foto: Reprodução / Laura Santos

Foto: Reprodução / Laura Santos

17. Cozinha monocromática

Foto: Reprodução / Léo Shehtman

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18. O tamanho do vaso acompanha o crescimento da planta

Foto: Reprodução / Luciana Latorre Interiores

Foto: Reprodução / Luciana Latorre Interiores

19. Orquídea como foco central da sala de jantar

Foto: Reprodução / Léo Shehtman

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20. Sala de jantar iluminada

Foto: Reprodução / Marlette Lima

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21. Beleza de orquídea duplicada pelo espelho

Foto: Reprodução / By Arq & Desgin

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22. É possível decorar um ambiente com inúmeras orquídeas

Foto: Reprodução / Nanci Pedro Arquitetura

Foto: Reprodução / Nanci Pedro Arquitetura

23. Banheiro com plantinha na bancada

Foto: Reprodução / Érica Salguero

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24. Composição com tipos diferentes de plantas

Foto: Reprodução / Érica Salguero

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25. Orquídeas ornamentam sala de estar

Foto: Reprodução / Patricia Kolanian Pasquini

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26. Orquídea ganha destaque em mesa de centro

Foto: Reprodução / Paulinho Peres Group

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27. Área gourmet charmosa

Foto: Reprodução / Bender Arquitetura

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28. Sala de jantar com decoração moderna

Foto: Reprodução / Oscar Mikail

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29. Varanda ganha jardim vertical de orquídeas

Foto: Reprodução / Teresinha Nigri

Foto: Reprodução / Teresinha Nigri

30. Sala ganha toque colorido de orquídea

Foto: Reprodução / Marília Veiga Interiores

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31. Ambiente com iluminação adequada para crescimento de orquídeas

Foto: Reprodução / Carlos Rossi

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32. Orquídea sob baixa exposição solar

Foto: Reprodução / Escala Arquitetura

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33. Vaso com orquídea posicionada próximo à janela

Foto: Reprodução / Léo Shetman

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34. Orquidea harmoniza com o restante do quarto

Foto: Reprodução / Leticia Araujo

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35. Flores são a peça-chave para dar cor ao quarto

Foto: Reprodução / Actual Design

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36. Cuidado em cada detalhe

37. Orquídeas são presença essencial em sala de estar

Foto: Reprodução / Arquiteto Aquiles

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38. Vaso combina com cor azul da parede

Foto: Reprodução / Actual Design

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39. A combinação das orquídeas com móveis brancos é certeira

Foto: Reprodução / Adriane Lupetti

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40. Cozinha com atmosfera alegre

41. A orquídea pode complementar a elegância de um ambiente

Foto: Reprodução / Gislene Lopes

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42. Qualquer parte da casa é capaz de receber essa planta

Foto: Reprodução / Bruno GAP Arquitetura

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43. Ideal para os que preferem simplicidade e delicadeza

Foto: Reprodução / Conseil Brasil

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44. A orquídea deixa o ambiente muito mais leve

Foto: Reprodução / Priscila Fernandes Arquitetura

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45. Visual retrô chama atenção

Foto: Reprodução / Bethany Lynn Nauert

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46. Vasos gigantes abrigam inúmeras orquídeas

Foto: Reprodução / Alexandre Milhomem

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47. Sala de estar com personalidade

Foto: Reprodução / Marchetti Bonetti +

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48. Flores ganham destaque sobre quadro vermelho

Foto: Reprodução / Patricia Pasquini

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49. Banheiro repleto de orquídeas

50. Sala divertida

Foto: Reprodução / Escala Arquitetura

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Busque por orquidários conhecidos e especializados quando for adquirir a sua espécie, assim pode-se evitar enganos comuns. Você também pode optar por uma planta que já esteja florida para saber as cores de suas flores, que quando bem tratadas, florescem por meses. Agora é só ter paciência para cultivar sua planta, saiba que não há recompensa maior do que ver esse delicado vegetal se desenvolvendo e abrindo seus primeiros botões.